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Por um outro lado

Escritora frustrada. Mãe babada.Trapalhona por excelência. Gaja a quem tudo acontece. Adora escrever e fotografar sobre isso, apesar do jeito duvidoso. Experimentou Um lado. Agora, experimenta Por Um Outro. Será o avesso o lado certo?

Por um outro lado

#fragmentos do dia... Bem-vindo, Outono

Bem-vindo, outono.jpg

 

Li algures que, em 2016, o início do outono em Portugal ocorre às 14h21, do dia 22 de Setembro.

 

Como não gosto de chegar atrasada ao que quer que seja, apesar de o fazer com demasiada frequência, aqui ficam as boas-vindas.

 

Outono, sê meiguinho, porque este ano é de grandes desafios na tua época. 

 

Por um outro lado

#Cenas do arco da velha... a culpa é, claramente, do trapo

 

 

Um programa educativo. O vídeo de apresentação mostra três jovens muito perturbados... o resto é para ser visto com calma.

 

O consumismo é, claramente, um problema dos jovens. Os adultos, donos dos negócios que exploram os recursos desses países, os políticos que facilitam a deslocalização de empesas para esses locais, e os progenitores que educaram estes jovens, não têm nada a ver com isso.

 

Sugeria que outras pessoas fossem lá passar umas férias... obrigatórias.

 

E, por muito que compreenda a necessidade de pressionar publicamente estas empresas, relembro que é o colectivo que devia decidir o que elas podem fazer, seja através dos nossos governantes, do nosso poder de compra e das nossas escolhas pessoais. Andamos sempre a pedir aos outros que se comportem melhor. Porque não começamos por nós mesmos?

 

Quando assistimos aos canais de televisão infantis, e o que mais há e publicidade direccionada, pergunto-me o que andamos a ensinar às nossas crianças. Suponho que a viver neste (i)mundo de desresponsabilização social.

 

Por um outro lado

#sou mãe… e o que é que eu percebo disto?... Isto?! Só bêbeda

imagem-de-cerveja-generica-na-praia-garrafa-de-cer

 

Sei que estou tramada quando começo a sonhar com o que não posso ter. No meu caso... cerveja.

Mas, seja o que for, cerveja, vinho, sangria ou caipirão, não me passa nada pelo estreito (por causa do sacaninha do comprimido pequenino).

 

Sei também que, quando puder beber, perdi metade da vontade de me alcoolizar decentemente... E,ISSO é que me chateia.

 

Não bastasse o não poder, porque ah e tal, a medicação é para me salvar a vida, ainda junto o não me apetece beber e ficar encarregue de tratar da minha filha. É melhor não respirar sequer para cima da criança quanto mais pegar-lhe ao colo.

 

Sóbria, o meu equilíbrio real (aquele físico mesmo) já não é grande coisa... não me apetece experimentar com uma (ou duas) fresquinha em cima.

 

Vou voltar a beber... quando a pipoquinha tiver, para aí, uns dezoito anos.

 

Por um outro lado

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