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Por um outro lado

Escritora frustrada. Mãe babada.Trapalhona por excelência. Gaja a quem tudo acontece. Adora escrever e fotografar sobre isso, apesar do jeito duvidoso. Experimentou Um lado. Agora, experimenta Por Um Outro. Será o avesso o lado certo?

Por um outro lado

Aquele momento em que… abomino a minha balança

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Odeio-a, com todas as minhas forças. Ela, e todas as balanças do Universo. Recordo-me, agora, porque é que há anos que recusava possuir um bicho destes.

 

Chega ali uma gaja, na melhor das intenções, preparada para pesar o rebento. Porque, “ah e tal, não vamos gastar dinheiro numa balança para bebés”, sobe para a dita, primeiro sozinha, e apanha logo um choque… Quantos quilos a mais?! Olha, avariou! Ou passei o limite da obesidade.

 

É que nem dá para justificar por ter a criança ao colo.

 

E agora?!? Como aviso o corpinho Danone que é para parar de comer?

 

Por um outro lado

#Diários de uma escritora frustrada... deito-me com as galinhas e levanto-me com o galo

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Eu durmo... ou melhor, eu costumava dormir. Quando era uma só entidade. Agora somos duas, dependentes de euzinha, outra mais-valia de ser mãe.

 

Antes de ter a minha pipoquinha também me levantava cedo, mas a minha prole era outra. Também precisava ser alimentada. E, também tinha as suas horas. Levantava-me cedo para escrever o que fosse: um conto, o diário, um artigo, a lista de compras... era só escolher.

 

Agora, levanto-me uma hora mais cedo para escrever ficção... como se tivesse pouco para fazer. Quando não me distraio a lavar biberons, trabalho nas primeiras fases de um livro novo. Uiiii!!! Festa! Criancinha interior a pular! Música aos berros! E, cerveja com fartura! Ou não... É que esta cena precisa do alinhamento dos planetas, e da autorização dos Astronautas Antigos, para sair alguma coisa de jeito.

 

Ou seja, neste momento tenho duas crianças para alimentar logo pela manhã.

 

Ocasionalmente, também aproveito para ir ao wc...

 

Por um outro lado

#Aquele momento em que… percebo que vim com defeito e a fábrica já fechou

mãos rotas.jpg

 

 

Existe alguém que deixe cair tantas coisas como eu?! Não tenho mãos. Tenho dois troncos… sem ramos. 

 

Sou a verdadeira mãos rotas... e não é no sentido popular mais conhecido (nesse também sou, mas é assunto para outro dia).

 

No tempo da minha avó, ela costumava dizer que “alguém me queria falar”. (Isso e “ia ter um marido bêbado”, porque barriga seca, enquanto lavava a loiça, também não era a minha especialidade)

 

Então, durante toda a minha vida alguém me quis falar. Mas tanto, tanto, que até irrita.

 

Fosga-se! Desembucha, pá!

 

PS: Excepto se for o Criador. Temos tempo, amigo. Está bem?

 

Por um outro lado

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